Diga adeus a:
– Avaliações com baixo engajamento de colaboradores e lideranças;
– Periodicidades de 1 ou 2 vezes ao ano, que distanciam o feedbacks dos fatos e diminuem o potencial de impacto no desempenho das pessoas;
– Processos “burocráticos e não eficazes”, que acabam sendo onerosos para o negócio e pouco relevantes para as pessoas;
– Imparcialidade das percepções sob os colaboradores, com insumos que vêm apenas de líderanças e que muitas vezes não estão no dia a dia acompanhando essas pessoas;
– Alto volume de dados para ser tratado pelos RH, que tornam o processo ainda mais moroso.